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Veículo abandonado em via pública é incendiado

Data: 06/03/2019

Equipe do 16º GBM teve muito trabalho para conter as chamas. Não informação sobre autoria do ato de vandalismo - José Carlos Cacau

Marcello Medeiros

Na madrugada da última terça-feira (05), o Corpo de Bombeiros foi acionado para controlar incêndio em um veículo na Rua José Rebello, na Barra do Imbuí. Os homens do 16º GBM tiveram muito trabalho para dominar as labaredas e evitar que danos maiores fossem causados em residências próximas – casos as chamas atingissem a vegetação ao lado, por exemplo. Muito pouco sobrou do VW Gol, de duas portas, depois que o fogo foi apagado. Porém, segundo informações passadas por moradores daquela região, o veículo havia sido abandonado em via pública há vários meses e, apesar de muitas reclamações da comunidade, nenhuma providência havia sido tomada. O Gol estaria sendo utilizado, entre outros, como refúgio para usuários de entorpecentes. Não há informações sobre autoria do ato de vandalismo que poderia ter causado danos maiores e até vítimas.
Os casos de veículos abandonados em vias públicas são comuns em diversos bairros. Em junho do ano passado, O DIÁRIO publicou reportagem mostrando que a Guarda Civil Municipal havia retomado o serviço de reboque de sucatas ou automóveis em condições precárias estacionados em calçadas ou atrapalhando a passagem em vias públicas.  Na ocasião, foi informado que primeiro os agentes da GM tentam encontrar o proprietário ou deixam uma notificação dando um prazo para que ele seja removido para local adequado. Caso tal pedido não seja acatado, acontece a remoção para o depósito público municipal, em Três Córregos. Para reaver o bem, o proprietário precisa quitar taxas de reboque e diárias, além de regularizar a situação documental do veículo, se for o caso. Por conta das exigências, a grande maioria dos carros e motos removidos para o quilômetro 71 da estrada Rio-Bahia só deixa o pátio após venda em leilão. 
Por diversas vezes O DIÁRIO também mostrou que carros velhos, muitos caindo aos pedaços, têm sido deixados em diversas vias públicas e até ocupando totalmente calçadas, gerando incômodo e riscos diversos.
 
Horários de ônibus
Em agosto do ano passado, destacamos que um dos muitos exemplos gerados pela ampliação da frota – já são mais de 100 mil veículos emplacados em Teresópolis - e aumento da falta de educação é o estacionamento ou paradas em locais proibidos ou de forma que atrapalhe ou até obstrua totalmente a passagem de outros veículos. O caos gerado pela falta de respeito acontece em vários bairros, desde a região central do município até as partes altas do populoso São Pedro. “Um dos muitos serviços que fica prejudicado é o de transporte coletivo”, pontuou o jornal. Na ocasião, conversamos representante das Viações Dedo de Deus e 1º de Março, que pontuou as localidades com maior número de registros desse problema e lembrou que, por várias vezes, comunidades ficaram várias horas sem ônibus porque um ou mais motoristas resolveram estacionar seus carros em trechos de curvas ou locais que impediam totalmente a passagem dos grandes carros da empresa.
“Isso hoje para a gente é um problema muito sério, pois fazemos toda uma programação para atender os bairros de forma bem ampla e satisfatória e muitas das vezes não conseguimos nem entrar no bairro. Em alguns lugares o problema é recorrente, como na Muqui, Pimentel, Morro dos Pinheiros, onde constantemente há carros mal estacionados, em plena rua. A população, através das associações de moradores, precisa se empenhar um pouco mais. A grande maioria depende do ônibus e nessas situações o transporte individual acaba atrapalhando bastante o transporte coletivo”, destacou Jorge Martins, Gerente Operacional VDDL/1º de Março.
Com a passagem obstruída, um horário em atraso acaba complicando todos os outros. Já houve casos onde a comunidade ficou o dia todo sem o transporte coletivo porque os irresponsáveis proprietários de passeio não os retiraram do caminho do ônibus. “Um exemplo mais clássico é o do Pimentel. Às vezes o bairro fica de quatro a cinco horas sem que o ônibus tenha acesso porque tem veículos na rua, ou seja, um bairro inteiro prejudicado por causa de alguém que deixou o carro de qualquer maneira na rua”, atenta Martins.
 

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