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Um loteamento criado por nobres em Albuquerque

Data: 09/02/2019

Reprodução internet

"A fazenda Albuquerque fica localizada no Km 6 da estrada Teresópolis-Friburgo, a 10 minutos de automóvel ou de ônibus de Teresópolis, cidade magnificamente servida pela estrada de ferro e pela estrada de rodagem, toda de concreto, que a une à Capital Federal passando por Petrópolis."

Lançado o projeto no início dos anos 1950, era assim que o folder de propaganda do Teresópolis Country Clube divulgava a cidade poucos anos antes do período de grande desenvolvimento de Teresópolis, a partir da inauguração da "Estrada Direta", em 1 de agosto de 1959, quando surgiram diversos outros bairros na cidade: Vale das Iúcas e Caxangá, construído por Altamiro Pinto; Quinta da Barra, de Jayme Kritz; Jardim Cascata, Pedro Hélios Forster Leite; Jardim Trombetas, Marcos Wasserman; Jardim Féo, por Luiz Pereira de Alencar; e construído os edifícios Japurá e Mearinm, por Adolpho Chvaicer; Angela, Marcia e Elvira, por Wilson Martins; e Salomé, por Ney Moretzohn.

Propriedade de Carlos Frederico Taylor e Clóvis de Queiroz Campos, o Loteamento Fazenda Albuquerque foi constituido em 1947, e na área instalada o Teresópolis Country Clube, fundado em 8 de junho de 1957, tempo em que maquetes, plantas, fotografias e condições de prazo e preço ficaram à disposição dos interessados na seda da Fazenda Albuqueque SA, na avenida Presidente Vargas, 463, no Rio de Janeiro, sede também do banco Itajubá SA, e em Teresópolis, na sede da fazenda, no Km 7 da Estrada Teresópolis Friburgo. O projeto da sede do TCC é atribuído ao renomado arquiteto Sérgio Bernardes (1919-2007), contemporâneo de Oscar Niemeyer e Lucio Costa, imponente construção inaugurada no início dos anos 1960 e derrubada no ano passado.

Eleita em 19 de junho de 1957, a primeira diretoria do Teresópolis Country Clube, teve como presidente José Braz Pereira Gomes, filho do ex-presidente Wenceslau Braz, mineiro que sucedeu Hermes da Fonseca na presidência da República em 1914. Compunham ainda o conselho diretor os vice-presidentes Carlos Frederico Taylor e Jerzy Warchalowski; tesoureiros Antonio Franklin Bueno do Prado e Armando Roberto Oliveira Carvalho; secretários Affonso Villas Bouçada e João Maria Pereira Rennó; e diretores Vicente Capuutti Grezzi, Alcides Bernardino de Campos e Newton de Miranda. No conselho fiscal, o TCC teve outras personalidades ilustres na primeira direitoria, como Oscar Bloch Sigleman, o general Floriano de Lima Brayner, o coronel Armando Levi Cardozo 
Embaixador Abelardo Bretanha Bueno de Prado, o desembargador Estácio Correa de Sá e Benevides, além de João Seabra, Joaquim Goulart Machado, Sylvio Pereira, Waldir Caldas, Frederico Júlio Cesar, Serafim José de Almeida, Eurico de Souza Leão, Marcos Carneiro de Mendonça, Nelson Alves, Francisco Wenceslau Braz, Osmar Laureano Beserra, Affonso Duarte Faveret e José Fernando de Carvalho Seabra.

"A vida nas grandes cidades vem-se tornando, cada dia, mais febril e intensa, consumindo o melhor de nossas energias, sobretudo no verão, com seu calor estafante, seu ar viciado, suas noites mal dormidas, sem falar nas refeições às pressas, nos incômodos e inadequados meios de transporte, nas filas torturantes e nas inúmeras dificuldades..."

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