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Servidores da PMT experimentam a rotina de pessoas com deficiência

Data: 06/06/2019

Participaram da experiência representantes das secretarias de Segurança Pública, de Desenvolvimento Social e de Turismo, além da subsecretária de Projetos Especiais

Os servidores da prefeitura de Teresópolis viveram uma quarta-feira diferente. Na manhã deste dia 5, o workshop do Programa “Calçada Acessível” fez com que equipes técnicas de secretarias municipais experimentassem, na pele, como é a vida de uma pessoa com deficiência. O programa retoma a parceria com a Firjan (Federação das Indústrias do Estado do Rio de Janeiro) e a Associação Brasileira de Cimento Portland (ABCP) para implantação do Projeto Mobilidade Urbana – Programa “Calçada Acessível” em Teresópolis. Tal projeto chegou a ser anunciado em Teresópolis em 2017, no governo Tricano, mas não teve continuidade.
O especialista de desenvolvimento setorial da Firjan, Luiz Gustavo Guimarães, ressaltou como a experiência vivida no workshop do Programa ‘Calçada Acessível’ gera conhecimento prático aos envolvidos. “Usamos a acessibilidade para criar uma discussão saudável dentro do município para que a gente possa olhar todos os detalhes da mobilidade a pé para que o espaço urbano seja mais democrático”, destacou.

Workshop Programa “Calçada Acessível”
Participaram da experiência representantes das secretarias de Segurança Pública, de Desenvolvimento Social e de Turismo, além da subsecretária de Projetos Especiais. A proposta foi que eles experimentassem as dificuldades enfrentadas pelos cadeirantes e pessoas com deficiência visual. O diretor do escritório de Projetos Especiais, Leilson Felício, participou do workshop simulando uma deficiência visual. “Foi muito difícil fazer o trajeto com os olhos vendados. Não temos calçadas adequadas para que pessoas com essas deficiências possam andar livremente. Por isso, esse projeto é fundamental para Teresópolis”, relatou.
O projetista Claudio de Paula foi surpreendido pela ação enquanto caminhava e aprovou a iniciativa. “Eu acredito que esse programa é excelente. Se todos ajudarem, vai ser um benefício enorme para os necessitados”, disse. 
O gerente da Associação Brasileira de Cimento Portland, Eduardo Dávila, explicou o motivo da simulação de cadeirantes e pessoas com deficiência visual no workshop. “Esse grupo de pessoas representa, quase que na totalidade, as maiores dificuldades que podemos perceber nas calçadas. Acredito que, quando se projeta alguma coisa que atenda essas duas deficiências, se está projetando de uma forma que atenda a todos”, finalizou.

 

 

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