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Série sobre produção orgânica em Teresópolis

Data: 18/11/2019

O projeto visa sensibilizar e capacitar o pequeno agricultor sobre as vantagens em optar pelo cultivo orgânico, tanto para ele, como para o consumidor e, é claro, para o planeta como um todo - Arquivo ? O Diário

Após três anos de pesquisas, entra em fase de execução a série “Bora Plantar Ogânico?”, projeto desenvolvido pela documentarista independente Maria Luiza Aboim, com apoio da AAT – Associação Agroecológica de Teresópolis, empresas e entidades afins. O projeto visa sensibilizar e capacitar o pequeno agricultor sobre as vantagens em optar pelo cultivo orgânico, tanto para ele, como para o consumidor e, é claro, para o planeta como um todo”, afirma Maria Luiza, que neste momento está em plena campanha de arrecadação de fundos para a segunda e a terceira etapas do projeto. O projeto “Bora plantar Orgânico?” é uma série de cinco vídeos de 26 minutos cada, formato que permite tanto sua exibição nas grades de programação da TV convencional, como serem apresentados em encontros de agricultores, cursos, capacitações e seminários técnicos, como os promovidos pela Embrapa, Emater, Pesagro e pela AARJ (Articulação Agroecológica do Rio de Janeiro), explica Maria Luiza. O roteiro da série já está registrado na Biblioteca Nacional e já foram feitas mais de 15 horas de gravações. As viagens e as novas gravações serão realizadas em um período de dois meses e a edição dos cinco vídeos está estimada para quatro meses. “As gravações terão início em maio/junho de 2020.  Em julho iniciaremos a edição e em outubro/novembro teremos a edição dos 5 vídeos, pronta”, planeja a documentarista.. 
As colaborações serão depositadas ao final da campanha em uma conta bancária da Associação Agroecológica de Teresópolis, co-produtora dos vídeos. Esta conta será designada para receber as colaborações da campanha e para controle das transferências à empresa Aboim Produções e Artes, que vai produzir os vídeos. “A conta vinculada ao projeto receberá o acompanhamento de um associado economista, a quem serão prestadas contas dos gastos efetuados, de acordo com o orçamento, de forma que os apoiadores tenham acesso ao andamento do projeto. Caso a arrecadação não atinja as metas e o projeto não se concretize, as doações serão devolvidas, mas nem queremos pensar nessa hipótese, pois estamos confiantes e acreditamos na sensibilidade da sociedade para o tema, pois refere-se à saúde de todos nós e nossos descendentes”, diz Maria Luiza. Os apoiadores receberão, ao final da campanha, uma lembrança do projeto.
AAT NA CO-PRODUÇÃO
A alcunha carinhosa – feirinha orgânica - não dá a devida dimensão à realidade da Feira Agroecológica de Teresópolis, ponto de venda dos produtos orgânicos gerados no município, uma das frentes de ação da AAT - Associação Agroecológica de Teresópolis, um dos apoiadores mais importantes que a série Bora plantar orgânico? recebeu - e segue recebendo. A AAT formalizou seu envolvimento em Assembleia, passando a ser, além de parceira, co-produtora da série. “O papel da AAT é de máxima importância. Trata-se de uma entidade reconhecida e respeitada, que reúne quase 200 pessoas entre agricultores orgânicos, técnicos e colaboradores, que acreditam na importância da agroecologia para a saúde do ser humano e para a sobrevivência do planeta”, ressalta Maria Luiza.    O agrônomo Roberto Selig, um dos coordenadores da Associação, foi a pessoa indicada para acompanhar o processo. Outros associados da AAT, como o advogado Jorge Pedroso e o economista Luis Fernando Barbieri também participam do projeto.
A Associação Agroecológica de Teresópolis foi fundada em 2007 com objetivo de promover a agroecologia e a economia solidária.  Incentiva a produção, em bases sustentáveis, de alimentos, artesanatos e manifestações da cultura popular, facilitando a comercialização destes produtos, promovendo reuniões técnicas, culturais e mutirões. Divulga a agroecologia para o crescimento do número de adeptos, apoiando e participando dos movimentos em defesa da natureza. Adota o modelo de certificação  em rede, através do Sistema Participativo de Garantia (SPG) com a ABIO e o MAPA, promovendo a aproximação entre agricultores, consumidores e consequentemente aumento da credibilidade. Representa os interesses dos associados perante instituições públicas e privadas. Através de seus membros, está representada no Conselho de Agricultura Municipal, no Conselho de Meio Ambiente, e no Conselho da Cidade.   Participa do Programa Mais Educação do Ministério da Educação MEC, no qual alguns de seus associados ministram oficinas de artesanato e, no segmento agroecológico, “canteiros sustentáveis”. 
A AAT participou desde o ano de 2012 até 2019 da Rede de Pesquisa, Inovação, Tecnologias e Serviços Sustentáveis em Microbacias (Programa Rio Rural), executada pela PESAGRO-Rio e diversos parceiros. A Associação tem discutido no âmbito da Rede, demandas e entraves para o desenvolvimento da agricultura orgânica e da transição agroecológica, que culminaram com a priorização de ações específicas para este público, incluindo o Plano de Cadeias Produtivas da Agricultura Orgânica, e diversas Unidades de Pesquisa Participativa no município. Participa também de Grupos de Trabalho da Rede, como o GT de Sementes, Mudas e Insumos para a Agricultura Orgânica, o GT de Mecanismos de Garantia da Agricultura Orgânica, GT de Comercialização, Acesso a Mercados de Qualidade Específica e Segurança Alimentar entre outros.


 

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