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Restos mortais encontrados em lixo ainda não foram identificados

Data: 09/11/2019

Arquivo - O Diário de Teresópolis

Ainda não há identificação dos restos mortais jogados em um latão de lixo na Avenida Delfim Moreira, no Vale do Paraíso, no dia 27 de outubro. O material, parte de uma mão e de alguns órgãos, foi encontrado por equipe de coleta do município durante serviço de rotina. Na ocasião a Polícia Militar e perícia do Instituto de Criminalística Carlos Éboli (ICCE) foram acionadas e analisaram o local. A investigação está por conta da 110ª Delegacia de Polícia, que ainda depende de resultado de análise pericial. De acordo com o Delegado Vinicius Galhardo, parte do trabalho já foi concluída, mas algumas linhas de apuração ainda aguardam diligências. Uma das possibilidades em estudo é que possa ter acontecido um descarte errôneo de material hospitalar. Nas proximidades do local onde aconteceu o flagrante fica o Hospital das Clínicas Constantino Ottaviano (HCTCO).
Entramos em contato com a Gerência de Comunicação da Feso, responsável pela unidade hospitalar, que não informou se existe procedimento interno para apurar possível descarte de maneira errada no final do mês passado. Porém, informou que “Em relação a descarte de resíduos biológicos, O HCTCO tem contrato com empresa terceirizada que faz o recolhimento tanto de resíduos infectantes, como de peças anatômicas humanas(que não tenham valor científico ou legal e não tenha havido requisição pelo paciente ou seus familiares)”. Ainda segundo a nota, “os materiais são acondicionados em sacos plásticos separadamente de acordo com a legislação pertinente, amarrados e armazenados temporariamente em nosso abrigo de resíduos infectante ou biológico. As peças anatômicas humanas ficam acondicionados em ambiente refrigerado, armazenado no abrigo de resíduo biológico tendo como destino final a incineração”. Também foi explicado que a empresa realiza a coleta duas vezes por semana com transporte regularizado para esta finalidade e todos os manifestos exigidos são emitidos dentro do que pede o INEA. 
O que também pode auxiliar no trabalho da polícia na identificação de quem deixou tal sacola no lixo doméstico é o grande número de câmeras de segurança espalhadas pelo município, como as do sistema de monitoramento de 30º BPM e de residências e estabelecimentos comerciais.

Crime bárbaro na história
Apesar de difícil, um possível crime também não pode ser descartado. Basta lembrar de janeiro de 2004, quando um jovem de 20 anos foi esquartejado em seu apartamento, na Avenida Feliciano Sodré, próximo ao encontro com o Alberto Torres. Suas juntas das mãos, pés, braços, pernas foram serradas, havia sangue em todo o apartamento e os órgãos como rins, coração e vísceras haviam desaparecido, pedaços de corpos espalhados pela cozinha, sendo encontrado no dia 14, no banheiro do apartamento despedaçado, sendo apontado como autor do crime um professo, com quem teria mantido um relacionamento e se desentendido após o término. “A primeira impressão é que ele tentava se desfazer do corpo, e achou mais fácil corta-lo”, relatou na ocasião o então delegado da 110ª DP, Roberto Cardoso. 

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