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PSF da Granja Guarani dá início ao Programa de Controle ao Tabagismo

Data: 14/02/2020

A médica Olinda França e a enfermeira Ana Lucia coordenam o grupo de controle ao tabagismo do PSF da Granja Guarani

Marcus Wagner

Os Postos de Saúde da Família de Teresópolis estão dando início ao novo formato do Programa de Controle ao Tabagismo no município com o trabalho de descentralização das ações.  O objetivo é oferecer orientação a quem deseja parar de fumar promovendo diversas ações através de profissionais capacitados nas unidades espalhadas pelo município. Nesta sexta, começa o trabalho de difusão das ações do programa, com palestras e seleção dos grupos, pela Unidade de Saúde da Granja Guarani (Alameda Maués, 269), a primeira a desenvolver o projeto. 
Haverá acompanhamento de um ano para quem busca se livrar do vício do fumo e ganhar qualidade de vida. Nossa reportagem conversou com as profissionais responsáveis pelo atendimento que explicaram como será desenvolvido o programa.
“Hoje o fumo é uma doença e é uma causa evitável de morte, está relacionado a vários tipos de câncer, a infarto, e nosso posto está sendo pioneiro na cidade nesse trabalho de fazer com que as pessoas parem de fumar. Vamos realizar nesta sexta-feira uma palestra de orientação e uma seleção de pacientes que venham participar do programa conosco. Nossa unidade já faz um trabalho antitabagismo nas consultas, pacientes já estão conseguindo diminuir o consumo de cigarros. O grupo vai ser importante porque vai abordar o cigarro de uma outra maneira porque o vício tem três pilares: a droga, o comportamental e o psicológico e será o trabalhados esses aspectos”, explicou a médica Olinda França.


De acordo com a Organização Mundial de Saúde, o tabaco mata até metade de seus usuários, ou seja, mais de 8 milhões de pessoas a cada ano, por isso a importância de se desenvolver ações contra o vício. A captação dos interessados no programa acontecerá em todas as unidades de saúde do município e na Divisão de Atenção Básica da Secretaria de Saúde.
Um dos grandes problemas que os profissionais de saúde identificam em quem quer para de fumar é a utilização de dispositivos ou medicamentos sem a orientação médica: “O cigarro eletrônico é um cigarro. Hoje existem estudos afirmando que ele é tão prejudicial quanto ao cigarro comum. Adesivos e medicamentos precisam de avaliação médica porque existem contraindicações e o paciente não poder estar fumando para usar esses medicamentos. Aqui daremos toda a ajuda neste sentido e vamos fazer a seleção para que seja um apoio e não uma complicação para a pessoa que queira parar de fumar”, explicou Olinda. 
As unidades de Albuquerque, Vargem Grande e Fonte Santa terão o começo das atividades na segunda semana de março. Todas as outras unidades vão oferecer o programa a partir do mês de abril. A captação dos interessados no programa acontecerá em todas as unidades de saúde do município e na Divisão de Atenção Básica da Secretaria de Saúde.
“Estamos convidando a todos que queiram parar de fumar, estamos de portas abertas para todos. Não é fácil, mas não é impossível. Vamos dar todo apoio e tenho certeza que todos vão conseguir”, afirmou a enfermeira Ana Lúcia.


Enfrentamento ao tabagismo
A década de 1970 foi o marco do inicio do enfrentamento ao tabagismo com a elaboração de um Guia Nacional de Tratamento e Controle do tabagismo. São 50 anos de luta contra essa epidemia que ameaça a saúde pública, se configurando como a terceira causa de morte evitável na história da humanidade.
A OMS afirma que o tabaco mata até metade de seus usuários, ou seja, mais de 8 milhões de pessoas a cada ano. Mais de 7 milhões dessas mortes são resultado do uso direto do tabaco, enquanto cerca de 1,2 milhão são resultado de não-fumantes expostos ao fumo passivo. Quase 80% dos 1,1 bilhão de fumantes do mundo vivem em países de baixa e média renda.

 

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