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Prefeitura institui Medalha Imperatriz Teresa Cristina

Data: 14/03/2019

Medalha Imperatriz Teresa Cristina é uma medalha em zamak-zinco com alumínio e banho dourado envelhecido, criada pelo web designer Roberto Jakaré. Tem 4mm de espessura e 8 cm de diâmetro

A Prefeitura de Teresópolis instituiu e irá conceder este mês, pela primeira vez, a “Medalha Imperatriz Teresa Cristina”, uma honraria entregue pelo Executivo Municipal a pessoas que prestaram relevantes serviços ao Município. O lançamento e a primeira premiação acontecem nesta quinta-feira, 14 de março, dia do 197º aniversário da Imperatriz.  Sendo este um mês dedicado às mulheres, as primeiras cinco medalhas serão entregues à mulheres de destaque, como forma de homenagem a todas as teresopolitanas de fato e de coração.
As cinco homenageadas são: 1 - Dra. Inês Joaquina Sant'Ana Santos Coutinho – representando a justiça e a proteção à infância e à juventude; 2 - Sra. Edinar Corradini – representando a cultura e os valores históricos; 3 - Sra. Maria José de Andrade (Dona Arlete) – representando a liderança da mulher nas comunidades; 4 - Sra. Rosane Martuchelli – representando a importância do nosso interior; 5 - Sra. Josélia de Barros Leitão – representando todos os cidadãos centenários de nosso município. A Medalha Imperatriz Teresa Cristina será entregue em uma cerimônia a ser realizada no Foyer do Palácio Teresa Cristina, sede da Prefeitura Municipal, nesta quinta-feira (14), às 19h. 

Quem foi Teresa Cristina?
Teresa Cristina de Bourbon foi a terceira imperatriz do Brasil que reinou ao lado de D Pedro II durante 46 anos. Considerada "Mãe dos Brasileiros", chegava ao Brasil há 175 anos, a bordo da Fragata Constituição, acompanhada por uma grande comitiva que reunia artistas, artesãos e intelectuais. Ao contrário do que a maioria dos livros de História conta, a Imperatriz não foi uma sombra do Imperador D. Pedro II, mas uma figura doce, religiosa e, principalmente, culta e que grandes contribuições trouxe para o Brasil.  Teresa Cristina nutria grande amor por nosso país e nossa cidade foi nomeada em homenagem a ela.

As homenageadas
Dra. Inês Joaquina Sant'Ana Santos Coutinho, estudou no Colégio Pedro II, graduada em Direito pela UERJ, foi magistrada por 37 anos, 22 dos quais à frente da Vara de Família e, depois, da Vara da Infância, da Juventude e do Idoso de Teresópolis, se aposentando em junho de 2011. Homenageada várias vezes, inclusive com a obra comemorativa pela sua carreira, o livro 'Obrigado Dra. Inês'.
Edinar Corradini, nossa atriz maior, eternizada pela sua interpretação da Imperatriz Teresa Cristina e da intrépida Emília, a bonequinha do Sítio do Pica Pau Amarelo. Desde 1979 fazendo teatro em Teresópolis e região serrana, com vários textos clássicos e Auto de Natal por anos consecutivos. Tem sido uma empolgada fomentadora da cultura em nossa cidade, formando jovens adolescentes com aulas gratuitas na Casa de Cultura e nos brindando com belos espetáculos teatrais.
Maria José de Andrade (Dona Arlete), aos 77 anos, foi a mola propulsora que resultou na construção do Posto de Saúde da Quinta Lebrão, comunidade onde reside há 30 anos. Mesmo com dificuldades visuais, é incansável na luta pela melhoria de vida dos cidadãos através da Associação de Moradores que preside desde 1994. Dona Arlete, como é conhecida, foi a idealizadora da unidade básica de saúde. Cedeu o espaço, atuou na construção, reformas e ampliações desde 2014.
Rosane Martuchelli, nascida na região rural de Teresópolis, no vale dos Lúcios, em Bonsucesso, trabalha na agricultura desde criança no sítio Martuchelli Racho Sabor da Roça, e desde jovem procurou levar inovação na área agrícola para sua comunidade. Está à frente da Associação de Produtores de Lúcios e comunidades vizinhas, visando o crescimento da agricultura e formas de agregar valor aos produtos locais.
Josélia de Barros Leitão, 100 anos recém completos, nasceu em Ponte Nova, na 'Fazenda Viana', em 28/01/1919. Morou na fazenda até 1942, quando se casou com Álvaro Dias Pereira e se mudou para Venda Nova, onde criou seus três filhos. Zélia, como é conhecida, é flamenguista ferrenha, ama ouvir música, adora dançar, tocava violão e fazia seresta. Zélia é até hoje o 'porto seguro' para a família e comunidade amiga por sua longeva positividade e fé!
 

 

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