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PM combate utilização de linha chilena em Teresópolis

Data: 18/06/2019

Material apreendido na Ermitage foi encaminhado para a 110 DP. Operação deve acontecer em outros bairros em breve - Divulgação 30º BPM

No último fim de semana, equipes dos setores Patamo e São Pedro, do 30º BPM, iniciaram mais uma etapa de fiscalização contra a utilização de linha chilena em Teresópolis, brincadeira que pode parecer inocente mas pode tirar a vida de um motociclista ou ciclista atingido pelo material cortante utilizado pelos pipeiros. O primeiro bairro a ser visitado foi a Fazenda Ermitage, às margens da BR-116, onde havia denúncias de vários jovens colocando a vida de terceiros em risco. Dezenas de latas e carretéis foram apreendidos e encaminhados para a 110ª Delegacia de Polícia. 
De autoria dos deputados Bebeto (PDT) e Dionísio Lins (PP), a Lei 7.784/17 proíbe a venda e utilização de substâncias que compõem o cerol, como vidro moído e cola, e a linha chilena (linha encerada com quartzo moído, algodão e óxido de alumínio). A lei procura proteger as pessoas do contato altamente cortante do material, incluindo quem solta as pipas e utiliza o cerol na linha e também os motociclistas e ciclistas que acabam se tornando vítimas em potenciais, já que passam e acabam tendo os seus pescoços cortados pelo artefato. De acordo com o texto, qualquer produto que possua elementos cortantes utilizados para soltar pipas será proibido.
Os estabelecimentos que descumprirem a norma podem sofrer sanções previstas pelo Código de Defesa do Consumidor (CDC). A medida revoga as leis 3.278/99 e 2.111/93, que, respectivamente, proibiam o uso de linha cortante e do cerol, mas não especificavam a composição desses produtos. “Mesmo com a proibição da venda do cerol e da linha chilena prontos, é possível comprar as substâncias que os compõem”, explicou Bebeto. “As pessoas têm que ser penalizadas. Pode brincar, soltar pipa, mas é muito importante que a população saiba que cerol e linha chilena são nocivas, matam”, argumentou Dionísio. A medida definiu, ainda, que o Poder Público deverá promover campanhas de conscientização sobre os riscos das linhas durante os meses de férias escolares.

Novas ações
Com a divulgação da operação na Fazenda Ermitage, moradores de outros bairros utilizaram as redes sociais para pedir a intervenção da PM. “A polícia tem que fazer uma visitinha aqui na Vila Olímpica, no Bairro e São Pedro, aos domingos e feriados”, publicou Sonia Garcia, uma das muitas moradoras dessa comunidade que questiona a utilização da linha com o artefato cortante. “Os policiais tem que dar uma volta é aqui no Meudon, pois os adolescentes não querem saber de nada”, comentou Luana Rangel. “Excelente iniciativa, tem que fazer mesmo essas operações. Existe uma ‘pequena’ diferença entre soltar pipa de maneira sadia e oferecer riscos aos motociclistas, pedestres e crianças. Linha chilena é uma ‘arma’. Cultura não é isso. Parabéns a polícia”, frisou Tikin Silva.

 

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