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Motoristas de vans escolares somam grande prejuízo

Data: 25/08/2020

Grupo de motoristas se reuniu no último domingo para pedir apoio para a categoria, que há está cinco meses sem nenhum tipo de renda

Desde o dia 13 março, quando as escolas paralisaram as aulas por conta do alerta do início da pandemia do novo coronavírus, e posteriormente passaram para o sistema virtual, os motoristas de vans escolares estão com a renda praticamente zerada. Nesse longo período, cinco meses, apenas poucos pais puderam manter um pagamento simbólico, de até 50%, para ajudar aqueles que por vários anos transportaram com tanto carinho seus filhos. Com o início do segundo semestre, e a cada vez mais distante notícia do retorno das aulas, visto que as vacinas estão longe de serem concluídas e a grande maioria tem se posicionado de forma contrária à volta antes da liberação de um imunizante, os profissionais dessa categoria não sabem mais a quem recorrer. Recentemente, até receberam apoio da Câmara de Vereadores, que aprovou um projeto de lei que garante uma espécie de auxílio emergencial ou encaminhamento desses motoristas para atuar como apoio em alguma frente do governo municipal. Até o fechamento desta edição o prefeito Vinicius Claussen não havia sancionado tal projeto.
No último domingo, dezenas de motoristas de vans de Teresópolis se reuniram para dar entrevista ao repórter Cacau, destacando os problemas que vem enfrentando desde o início da pandemia e a aparente falta de solução por parte do poder público municipal. Eles reclamaram da falta de posicionamento do prefeito, que obrigatoriamente têm que sancionar ou vetar o PL até esta terça-feira, e lembraram que, por outro lado, as contas não param de chegar. Os motoristas também destacaram que rotineiramente precisam se esforçar para manter os veículos em dia e, com a pandemia, a situação ficou ainda pior. Muitos têm prestações de alto valor para quitar, além de todas as outras contas.
Os profissionais do volante também foram unânimes em dizer que não estão pedindo o retorno das aulas, que concordam que a segurança das crianças é a principal situação a ser levada em conta, mas que precisam de apoio para continuar na profissão. “Hoje não estamos aqui para reivindicar a volta das aulas. Unicamente só para solicitar ao prefeito que olhe para a classe do transporte escolar, pois estamos em situação muito difícil, muitos em situação crítica. Que olhe pela gente, para esse projeto de lei aprovado na Câmara”, relatou o motorista Daniel.
Hoje Teresópolis tem 41 permissionários no setor e o auxílio indicado no PL é de R$ 600, com a possibilidade de aproveitamento temporário desses profissionais em algum setor durante o período de pandemia como forma de contribuir com a categoria.

 

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