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Médico Luiz Ribeiro alerta para situação de "guerra" na saúde

Data: 05/10/2017

O médico Luiz Ribeiro alertou em entrevista para uma situação de ?guerra? que se aproxima na área da saúde. Um ano após ser entrevistado como prefeito eleito, o político avalia o que de fato mudou no município neste período - Foto Rodrigo Medeiros

Em entrevista ao Jornal Diário na TV do Canal 4 nesta quarta-feira, 04, o médico e político Luiz Ribeiro, alertou para a falta de medidas enérgicas de contenção de despesas na máquina pública e como isso pode ter prejudicado ainda mais a saúde financeira da municipalidade. Como servidor público, Ribeiro considerou a situação atual da cidade como um dos claros exemplos de escolhas e prioridades questionáveis adotadas por um gestor público e alertou para os caminhos caóticos traçados pela área da saúde, que segundo ele, caminha a passos largos para uma situação de guerra brevemente. Um ano após ser entrevistado como prefeito eleito no pleito de 2016, Luiz Ribeiro falou de sua atuação profissional e a percepção sob a ótica do médico da rede pública sobre aquele que é tido como o ponto mais grave e com o maior índice de reprovação popular, a Saúde.
“Continuo achando que uma gestão eficiente e na medida exigida pela atual situação de fragilidade da nossa cidade precisa estar pautada no tripé administrativo da saúde de qualidade, da geração de emprego e renda e uma austera luta contra a corrupção. Algo que ainda não conseguimos perceber na cidade”, disse o médico ao ser questionado sobre aquilo que efetivamente teria mudado desde então no cenário político-administrativo. “Lembro que fui perguntado naquele dia sobre o que faria logo de cara na gestão e que entedia que um choque na administração, que culminaria na extinção de uma dezena de secretarias de governo poderia dar governabilidade e tornar possível e viável pagar a todos em dia”, disse.
Aliás, foi mesmo o inchaço da máquina pública o tema mais recorrente da fala do médico Luiz Ribeiro durante suas explanações sobre também a área da Saúde. “essa é uma área tão prioritária que não podemos fazer ou pensar em qualquer tipo de economia com os recursos dedicados para ela. Pelo contrário, é preciso lutar para ampliar e muito esse recurso. Uma UPA sem atadura, sem remédio, os postos de saúde da família desmontados e desequipados pela incapacidade e a saúde caótica como temos visto, não se dão de uma hora para outra, são consequências de escolhas. No poder público é preciso decidir a todo momento, e um bom homem público decide sempre pelo bem comum, e não pelos interesse diversos e particulares”, enalteceu. Segundo o médico, também não é salutar um corte desmedido de pessoal, é preciso racionalizar essa gestão.
“É preciso antes de tudo colocar as pessoas certas no local certo. A margem de erro na área da saúde é muito pequena e esse é disparado o maior problema enfrentado pelo município. Muito mais até que os problemas financeiros, que podem ser corrigidos com ajustes pontuais, já na área da saúde não há como promover mudanças sem que se mexa na base, no cerne da pasta. O atendimento básico e primário é essencial para que desafoguemos todo o sistema”, acrescentou.

 

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