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Mais casos de febre amarela confirmados em Teresópolis

Data: 21/03/2018

Prefeitura de Teresópolis não divulga os números da doença nem os bairros dos casos confirmados

A Subsecretaria de Vigilância em Saúde da Secretaria de Estado de Saúde do RJ informa que em 2018 foram registrados 179 casos de febre amarela silvestre em humanos, sendo 67 óbitos:

- 21 casos - Teresópolis, sendo oito óbitos

 

- 23 casos - Valença, sendo seis óbitos

 

- 14 casos - Nova Friburgo, sendo cinco óbitos

 

- 1 caso - Petrópolis

 

- 3 casos - Miguel Pereira, sendo dois óbitos

 

- 13 casos - Duas Barras, sendo dois óbitos

 

- 5 casos - Rio das Flores, sendo dois óbitos

 

- 3 casos - Vassouras, sendo dois óbitos

 

- 12 casos - Sumidouro, sendo cinco óbitos

 

- 7 casos - Cantagalo, sendo quatro óbitos

 

- 1 caso - Paraíba do Sul, sendo um óbito

 

- 2 casos - Carmo, sendo um óbito

 

- 2 casos - Maricá, sendo um óbito

 

- 46 casos - Angra dos Reis, sendo 14 óbitos

 

- 3 casos - Paty do Alferes, sendo dois óbitos

 

- 2 casos - Engenheiro Paulo de Frontin, sendo dois óbitos

 

- 2 casos - Mangaratiba, sendo um óbito

 

- 2 casos - Piraí, sendo um óbito

 

- 3 casos - Cachoeiras de Macacu, sendo um óbito

 

- 4 casos - Trajano de Moraes, sendo três óbitos

 

- 3 casos - Rio Claro, sendo um óbito

 

- 4 casos - Silva Jardim, sendo dois óbitos

 

- 1 caso - Bom Jardim

 

- 1 caso - Barra do Piraí

 

- 1 caso - Sapucaia, sendo um óbito

 

 

Número de localidades com casos confirmados de febre amarela em macacos: 11

 

- Niterói

 

- Angra dos Reis (Ilha Grande)

 

- Barra Mansa

 

- Valença

 

- Miguel Pereira

 

- Volta Redonda

 

- Duas Barras

 

- Paraty

 

- Engenheiro Paulo de Frontin

 

- Araruama

 

- Petrópolis
 

 

 

*A SES ressalta que os macacos não são responsáveis pela transmissão da febre amarela. A doença é transmitida através da picada de mosquitos.
 

 

Ao encontrar macacos mortos ou doentes (animal que apresenta comportamento anormal, que está afastado do grupo, com movimentos lentos etc.), o cidadão deve informar o mais rápido possível às secretarias de Saúde do município ou do estado do RJ.
 

 

*A Secretaria reforça a importância das pessoas que ainda não se vacinaram buscarem um posto de saúde próximo de casa para serem imunizadas.
 

*O boletim leva em consideração o Local de Provável Infecção (LPI).

 

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