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Escolas particulares relatam falta de orientação da Secretaria Municipal de Educação

Data: 09/04/2020

Marcelo Camargo - Agência Brasil

Marcus Wagner

A falta de orientações da Secretaria Municipal de Educação está deixando diretores e professores de escolas particulares em dificuldade para saber o que pode ser feito em relação ao atendimento aos alunos durante este período em que as escolas estão fechadas. Somente a escolas públicas receberam um plano com as diretrizes que foram escolhidas para atender a rede municipal, implantando o sistema de atividades online que não foi normatizado pelo Conselho de Educação previamente como deveria.
"Nós das escolas particulares com ensino infantil, que são normatizadas exclusivamente pelo Município, estamos sem qualquer norte pela Secretaria de Municipal de Educação. Desse jeito, não temos sequer como ter uma programação efetiva do que podemos, ou não fazer. As supervisoras da própria Secretaria também estão sem qualquer posição", reclama um representante de escola particular em mensagem enviada à nossa redação.
"A gente não sabe se pode fazer educação a distância e, se fizer, vai contar ou não para os dias letivos, se vai poder ser cobrado, porque é um serviço que não consta no contrato celebrado no início do ano. Se não podemos fazer, o que estou fazendo é um favor aos pais para ajudá-los para não desconectar as crianças da escola e dos professores. A questão é que o Município teria que normatizar o que e como vai ser feito no Ensino Infantil. As escolas públicas não poderiam fazer o ensino à distância se o próprio Conselho de Educação não regulamentou", questiona também outra mensagem. 
O relato é de insegurança em ter que fazer um investimento que não é barato, sem ter algo referendado pelas autoridades, já que é preciso apresentar o plano das escolas do ensino fundamental ao Conselho Estadual. Segundo o que foi apurado, até mesmo as supervisoras da Secretaria estão sem informação e se dizem perdidas quando são questionadas pelos representantes das escolas. O principal entrave alegado seria a falta do Conselho Municipal de Educação, por isso os responsáveis por escolas particulares afirmam que algum órgão público deveria assumir essa questão que é muito urgente.
Nossa reportagem mais uma vez entrou em contato com a assessoria de comunicação da prefeitura pedindo um posicionamento sobre essa situação, entretanto o órgão não respondeu ao questionamento.

Paralisação há quase um mês
A Prefeitura de Teresópolis  divulgou no dia 13 de março a antecipação do recesso de julho em escolas públicas e particulares do município, após reunião do prefeito Vinicius Claussen com os secretários de Saúde, Antônio Henrique Vasconcelos, e Educação, Álvaro Chrispino, mas desde então as ações da pasta não estão conseguindo acompanhar a necessidade de escolas e alunos, das redes pública e privada. A entrega de cestas de alimentos por exemplo já foi feita na maioria dos municípios da região, enquanto Teresópolis ainda só anuncia que irá fazer.

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