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Escolas de futebol enfrentam o desafio da retomada de atividades

Data: 09/08/2020

As atividades físicas comandadas por Fabiano Guarilha no Clube Comary sofreram muitas adaptações para o período de pandemia

As escolinhas de futebol de Teresópolis retomaram as atividades recentemente, após um uma longa paralisação por conta do período mais rígido de quarentena no município, mas agora o desafio é fazer com que todos os alunos se sintam seguros novamente para praticar as atividades em grupo. Existem várias normas exigidas por decreto municipal para que as aulas aconteçam, pois a pandemia ainda está ativa e o futebol é um esporte de contato intenso entre os praticantes, por isso os jogos ainda não estão liberados.
Nossa reportagem conversou com dois representantes de escolinhas de futebol de Teresópolis que explicaram o trabalho intenso que estão fazendo para garantir a todos que é seguro comparecer às atividades, assim como é muito benéfico para o corpo e a mente.

Fabiano Guarilha
O professor Fabiano Guarilha, que tem sua escolinha que de futebol funcionando no Clube Comary e também em outros espaços da cidade, destaca que vem adotando o maior número de medidas de prevenção possível, sempre focado em proporcionar o aprendizado e a atividade física da maneira segura e eficiente.
“As pessoas ainda estão com um pouco com receio de colocar seus filhos porque há todo um contexto de medo, pois estamos nesse período de pandemia, lutando contra um inimigo invisível. Os pais estão meio receosos, só que entramos com uma proposta bem legal de atividade física, respeitando todas as normas de isolamento, higienização e adaptamos os treinamentos. Antes tínhamos os coletivos com contato físico e agora as crianças fazem circuitos separados umas das outras, mas ao mesmo tempo há uma atividade bem legal voltada para o futebol. É um período de readaptação física e neural, então temos que começar devagar”.
Fabiano destaca que esse cuidado não é só com os alunos da escolinha, pois também dá aulas de outras atividades físicas para jovens e adultos. Ele explica que conseguiu adaptar a rotina para conseguir dar conta desta nova realidade: “A atividade física é essencial para manter o imunizado. Não só eu que trabalho com futebol, funcional, Personal Trainer, todos que atuam nas diversas ramificações da Educação Física estão mostrando que é possível fazer atividade com segurança. As academias se estruturaram, os profissionais se adaptaram para evitar contato físico. Aconselho a todos que façam sim atividade física, pois é algo que não se limita a estética, mas é importante para a parte psicológica e emocional. Nesse período é quase um remédio para mudar o quadro desse cenário que estamos vivendo”, contou o profissional que viu a demanda para atendimento em residências como Personal Trainer aumentar muito.

Escola do Grêmio
Outro exemplo de quem trabalha por uma retomada segura nessa área é Fernando Rocha, diretor da Escola Oficial de Futebol Grêmio FBPA de Teresópolis. Ele enfatiza que a desconfiança em relação ao novo coronavírus ainda faz o comparecimento estar abaixo do normal, porém espera que isso possa mudar em breve. Para isso, além de seguir as normas das autoridades de saúde, criou uma rotina ainda mais repleta de cuidados com a higiene e saúde de todos.


“Só podemos fazer exercícios, trabalhos moderados com bola, finalização, mas coletivo e algo que envolva contato com outro aluno não. Separamos dos dois lados 10 boxes de 4 metros, cada um e 6 metros de frente. Os alunos trabalham ali com parte física e com a bola, quando se faz algum trabalho de finalização, o aluno sai do box, vai ao centro do campo, faz o trabalho de chute ao gol e retorna para o seu box. Na entrada do clube, fazemos já a verificação da temperatura e álcool, na entrada da quadra, verificamos novamente, álcool gel em Totem , álcool 70 nas solas da chuteira e entram na quadra, cada um com sua mochila em seu box e sua água. Cada profissional com borrifador com álcool 70, durante os treinos, desinfetando as bolas e material, acabando o treino, não liberamos ao mesmo tempo, vai um a um embora. O tempo que ficam no clube é entre 60 e 90 minutos no máximo”, explica Fernando. 

 

 

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