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Corpo de Bombeiros adota práticas sustentáveis

Data: 25/04/2018

A água captada é usada para fins diversos, entre eles, a limpeza das viaturas, dos equipamentos e do pátio da unidade - Divulgação 16º GBM

Os quartéis do Corpo de Bombeiros do Rio têm investido em projetos ambientais. O Quartel Central aderiu à coleta seletiva, seguindo a regra dos 3 Rs da sustentabilidade: reduzir, reutilizar e reciclar. Um ecoponto foi instalado na unidade para estimular a separação de metal, plástico, papel e vidro. A iniciativa é uma parceria com a Coopfuturo (cooperativa de catadores), que vai recolher periodicamente o material. De acordo com o secretário de Defesa Civil e comandante-geral do Corpo de Bombeiros, coronel Roberto Robadey, a ideia é levar a iniciativa a todos os quartéis. Além disso, servir de exemplo para a população, uma vez que o tema também é uma preocupação da corporação. - O Corpo de Bombeiros age e interage em questões de responsabilidade socioambiental no dia a dia, mas é preciso que todo o cidadão se conscientize dessas práticas. Nosso objetivo também é social, de educar e incentivar sobre a importância da sustentabilidade – ressaltou.
Os quartéis de Teresópolis (16º BPM) e Petrópolis (15º GBM) implementaram  sistemas de captação de águas pluviais, que canaliza a água da chuva, por meio de calhas, para um reservatório. Em ambos os casos, a estrutura foi executada pelos próprios bombeiros. A água captada é usada para fins diversos, entre eles, a limpeza das viaturas, dos equipamentos e do pátio da unidade. A implantação gera uma imediata economia de recursos financeiros e naturais. Outra vantagem indireta é a prevenção contra alagamentos, uma vez que o método reduz significativamente o volume de água que escoa para as ruas. Os reservatórios das unidades têm capacidade para três mil litros cada um. O método adotado permite o acondicionamento da água da chuva de forma natural, sem nenhum gasto de energia. O próximo passo do projeto é ampliar a capacidade de armazenamento para utilização em ações de extinção de incêndios.

Projetos ecológicos 
O quartel do Corpo de Bombeiros da Gávea vem se destacando pela adoção de práticas sustentáveis, que, além de preservar a natureza, também têm promovido redução de gastos e vantagens para a saúde da tropa. Atualmente, os militares se beneficiam das iniciativas adotadas, como a criação de uma horta hidropônica, responsável pela produção econômica e saudável de hortaliças usadas no dia a dia do rancho. O “Quartel Verde” também conta com um minhocário, reutiliza óleo de cozinha e capta água da chuva.
Em seis meses, a unidade economizou quase R$ 4 mil com a utilização da água da chuva para abastecimento das caixas dos sanitários e para a limpeza das viaturas. No período, foram reutilizados aproximadamente 270 mil litros de água. O reaproveitamento do óleo de cozinha também impacta positivamente o orçamento do quartel, mas é o meio ambiente que realmente ganha com a destinação adequada e sustentável dos resíduos. Atualmente, 90% do óleo usado na unidade é transformado em detergente e sabonete líquido para uso nos banheiros e no rancho, deixando de ser descartado na natureza.
Outro exemplo sustentável desenvolvido pela unidade é o sistema de compostagem com a utilização de minhocas, que dá uma destinação “limpa” para os restos de comida. O projeto também gera adubo e fertilizante orgânico, que são usados como substrato na horta hidropônica. O 4º Grupamento Marítimo de Itaipu (GMar), em Niterói, segue a mesma linha e também cultiva horta para os mesmos fins. O espaço conta com dois canteiros, sistema de irrigação por gotejamento e um minhocário. A horta proporciona aos militares a possibilidade de consumir vegetais frescos produzidos por lá, como: tomate; inhame; batata doce; pimentão; pimenta; cenoura; cebola; abóbora; almeirão; couve; manjericão; alecrim; hortelã, pimenta; sálvia; salsa; orégano; boldo; cebolinha; coentro; acerola; maracujá; limão; mamão; maracujá; pitanga e melão. Os bombeiros do quartel de Niterói também realizam coleta de óleo usado de cozinha. Periodicamente, o material do projeto é recolhido na unidade por uma empresa credenciada e destinado à reciclagem.

 

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