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Candidato a vice-governador é entrevistado na DIÁRIO TV e fala em campanha limpa

Data: 23/10/2018

O candidato a vice-governador foi entrevistado na DIÁRIO TV e falou sobre uma campanha limpa. O Vereador Cláudio Castro compõe a chapa com Wilson Witzel e considera que está no Interior a maior chance do Rio combater a crise que vive hoje

Anderson Duarte

Com a experiência de ser vereador em uma das maiores cidades do país, Cláudio Castro compõe a chapa com o ex-juiz Wilson Witzel para a sucessão no Palácio Guanabara e acredita que está no Interior do estado do Rio a melhor chance da gestão fluminense recuperar tantos prejuízos gerados nos últimos anos na culminância da maior crise institucional já vivida pela unidade da federação. Nesta segunda-feira, 22, em visita a cidade de Teresópolis, o político esteve nos estúdios da Diário TV para participar de entrevista ao vivo sobre a corrido ao Governo do Rio, que entra hoje nos últimos cinco dias para a definição em segundo turno. Castro falou durante vinte minutos sobre a campanha difícil, sobre as manipulações de pesquisas eleitorais e s fake News, assim como também das possibilidades de recuperação do estado.
Como candidato a vice-governador na chapa de Wilson Witzel, o vereador Cláudio Castro foi eleito em 2016, com 10.262 votos e está em seu primeiro mandato como vereador da capital fluminense. O candidato trabalhou por alguns anos com o deputado estadual Márcio Pacheco, na Câmara Municipal do Rio de Janeiro e na Alerj, bem como com Hugo Leal, em seu gabinete em Brasília. Cláudio também foi assessor especial da Secretaria Municipal da Pessoa com Deficiência e, em 2012, tentou se eleger vereador pela primeira vez. Atualmente, o parlamentar é o 2° secretário da mesa diretora da Câmara dos Vereadores do Rio. Ele tem 39 anos e nasceu na cidade de Santos, mas construiu sua carreira como advogado no Rio de Janeiro. Cláudio é católico e por 15 anos cantou na banda 'Em Nome do Pai'. O convite para Claudio concorrer como vice de Witzel veio do presidente nacional do PSC, Pastor Everaldo.
“Tenho andado pelo Rio de Janeiro como um todo e tenho percebido que uma lição que aprendi no meu mandato como vereador, também serve para que nosso trabalho no Governo Fluminense seja exitoso. Nós precisamos estar perto dos cidadãos. Pode parecer uma utopia essa proximidade, mas ela é perfeitamente possível e será fundamental para a recuperação do estado. Com uma divisão do governo, como uma espécie de “subprefeitura”, em cada uma das regiões constituídas, poderemos fazer um trabalho mais detalhado e eficiente, ouvindo as demandas de cada região e segmentando nossa atuação. Tenho experiência, em toda minha trajetória na política, sempre fui coordenador político, ou seja, faço estratégia, projetos de lei. Já no meu primeiro mandato na Câmara do Rio, fui convidada a fazer parte da Mesa Diretora, algo raríssimo para um vereador de primeira experiência na Casa e assumi a segunda secretaria. Para mim, é um desafio. Eu dizia que não seria candidato a deputado, que eu não seria um político carreirista e pensava em mais dois, três mandatos na Câmara, mas Deus sempre guia as coisas e eis-me aqui. E o Wilson espera de mim justamente essa coordenação política, a interface com o legislativo”, explica Cláudio.
Um dos pontos mais destacados na campanha de Witzel e Cláudio são as propostas em relação à segurança do estado. Segundo Castro, se eleitos, será implantado em todo o estado um sistema de vigilância por câmeras de segurança, baseado em um modelo usado no exterior. "Com a vigilância eletrônica, nos vamos conseguir reduzir custo com material e o desgaste com homens, porque vai facilitar a vigilância durante 24 horas, inclusive melhora a escala do policial. O sistema de vigilância já existe na Inglaterra, funciona muito bem, inclusive com um sistema que tem reconhecimento facial, placa de carro. Isso diminui o custo de patrulhamento de homens a pé e de viaturas. E esse sistema vai ser em parceria com a iniciativa privada. Cada clínica, cada supermercado, cada lojinha, pode participar do programa", enaltece.
Com relação ao apoio por parte do presidenciável Jair Bolsonaro, aliás, um dos principais motivos apontados para a disparada de Witzel ainda no primeiro turno, contrariando as pesquisas, o candidato a vice não dá mais detalhes, mesmo com Bolsonaro declarando que ficaria neutro na segunda fase do pleito, não declarando apoio formal nem a Witzel nem a Paes. A declaração foi dada quando o político saía dos estúdios onde gravou seus programas para o horário eleitoral televisivo, no Jardim Botânico, na zona sul do Rio de Janeiro. Para Cláudio Castro, tal declaração de neutralidade de Bolsonaro em nada muda o cenário do Rio. "Esse sempre foi o caso desde o começo do processo eleitoral. O que a gente tem com ele é uma aliança programática, não uma aliança de partidos. Mas quem mais se aproxima do que o Jair fala é a candidatura do Wilson Witzel. E as pessoas que votam em Jair Bolsonaro estão votando em Wilson Witzel. Então, não há nenhuma surpresa. Nós, sim, estamos apoiando ele. E nós estamos trabalhando incansavelmente pela candidatura dele à presidência. É uma aliança quase que orgânica", afirmou.
Como vimos nos últimos dias, nesta reta final da campanha eleitoral, a disputa pelo segundo turno fica ainda mais acirrada, inclusive com ataques mais frequentes entre os candidatos. O ex-juiz federal, Witzel teve seu nome aliado ao do lobista Ary Ferreira da Costa Filho, conhecido como Aryzinho, hoje preso por cumplicidade com o ex-governador Sérgio Cabral. Segundo os ataques, Witzel teria usado Aryzinho, um dos principais operadores do esquema de corrupção liderado por Cabral, para se aproximar de políticos do MDB do Rio. Witzel baseia toda sua campanha, justamente com um discurso contra os emedebistas e, de sua parte, defende-se das acusações e rebate o adversário em comentários sobre sua possível ligação com o mesmo esquema do ex-governador, hoje condenado a mais de meio século de prisão. Como também divulgado nos últimos dias, além de ser o vice na chapa, dentro da campanha de Witzel, o vereador também foi promovido a articulador político no segundo turno. Ele está licenciado da Câmara do Rio para assumir o papel em tempo integral. Castro, que integra movimento carismático da Igreja Católica, concedeu a Witzel, em março deste ano, a medalha Pedro Ernesto.

 

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