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Câmara recomenta cancelamento do reajuste da passagem em Teresópolis

Data: 11/02/2020

A Câmara Municipal de Teresópolis se reuniu em Sessão Extraordinária para debater sobre o Projeto Integra Terê e também sobre o aumento da tarifa dos ônibus

Sessão extraordinária da Câmara Municipal na manhã desta segunda-feira, 10, discutiu os equívocos da implantação do Integra Terê, servindo, ainda, para avaliar o novo programa, "Meu ônibus Integrado". A reunião foi convocada no último dia 3, com o objetivo de suspender o Decreto Integra Terê, motivação já vencida depois que a Justiça mandou parar a passagem de Integração. Lida a decisão judicial, o Presidente esclareceu que a sessão tinha como objetivo discutir a suspensão do Decreto Integra Terê, de autoria do Prefeito Municipal, mas como a decisão da Justiça foi anterior à data marcada para a reunião, o tema saiu de pauta, mantendo a mesma para discutir sobre o aumento das tarifas dos ônibus, que a princípio estaria condicionado ao Decreto anulado. Os vereadores foram unânimes em dizer que o programa implantado não foi o que tinha sido aprovado por eles e que o novo programa não foi discutido em plenário.
Em relação ao aumento das passagens, o vereador Leonardo Vasconcellos observou que a prerrogativa é do Poder Executivo Municipal, e que somente o prefeito pode ajustar a tarifa para mais ou para menos. “A Câmara não tem prerrogativas para reajustar preços de passagens, isso compete somente ao prefeito”, explicou, decidindo por aprovarem recomendação ao prefeito, solicitando que ele não reajuste a passagem de ônibus.
Na última quarta-feira, 5, antes da decisão judicial que mandou cessar o Integraterê, a Câmara Municipal realizou coletiva de imprensa para apresentar a opinião do Legislativo sobre o modelo de integração adotado pelo Poder Executivo, com a participação dos vereadores Leonardo Vasconcellos, Dedê, Da Ponte, Rock e Ronny. Na ocasião, os parlamentares afirmaram que o Integraterê tinha sido idealizado exclusivamente pelo governo municipal, sem consulta aos vereadores. 
O presidente afirmou que o Decreto não representava a Lei do Bilhete Único, que fora aprovado por eles em 2018, e por isso buscou pediu a intervenção da Justiça diante das dificuldades que a população estava passando com o sistema de baldeação. A Lei do Bilhete único, como a câmara aprovou, permite ao passageiro entrar em outro ônibus sem precisar fazer baldeação, permitindo um maior conforto para os usuários. Mesmo com o cancelamento do sistema anterior, a ação judicial continua em andamento e os vereadores ainda adicionaram ao processo as medidas do prefeito após a suspensão concedida por liminar.


 

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