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Agente da Guarda Municipal internado com Covid-19 na UPA ainda aguarda transferência

Data: 11/03/2021

A superlotação dos leitos destinados a pacientes infectados com a Covid-19 continua causando muita preocupação e angústia pela espera por uma vaga em CTI ou UTI. O sofrimento é igual para todos, até para quem trabalha diariamente em favor do bem estar do cidadão teresopolitano, como é o caso de Robson Mello, agente da Guarda Civil Municipal. A família dele divulgou em redes sociais que ele está internado na UPA aguardando transferência, mas sem ter nenhuma resposta exatamente sobre seu diagnóstico e consequentemente de quando conseguiria o tratamento que precisa urgentemente.

Nossa reportagem entrou em contato com a prefeitura, pedindo informações sobre esta situação e a assessoria de comunicação informou através de nota que “de acordo com a Secretaria Municipal de Saúde, o guarda municipal Robson Mello está com Covid-19 e atualmente se encontra na regulação estadual para transferência”. A nota destaca ainda que o estado de saúde do paciente só é informado à família. 
A situação de Robson chama a atenção ainda para o fato de que o agente não foi imunizado contra a Covid-19, apesar de fazer parte da categoria de profissionais que ficou responsável justamente por percorrer locais onde estiverem ocorrendo aglomerações e descumprimentos das regras de isolamento social. Ou seja, profissionais altamente expostos ao risco de contaminação que não foram colocados na lista do público prioritário das primeiras doses da vacina. Pela mensagem que familiares divulgaram, ficou claro que o caso do GCM é preocupante: 
“Não tenho palavras pra expressar tamanha falta de respeito ao ser humano. Não que seja melhor ou pior, mas... principalmente, se tratando de um funcionário público, Robson Melo que esteve, incessantemente e incansavelmente, de frente ao enfrentamento ao Covid, junto com muitos outros. A pessoa faz o teste, precisa aguardar, de fato, o resultado, fica em casa em isolamento, passa mal, o quadro se agrava, falta de ar, baixo oxigênio, nível de saturação baixo, ressonância mostrando 50% dos pulmões comprometidos e o profissional pergunta se o mesmo quer ir pra casa ou ser internado. Tamanha e não só essa, é a minha indignação, visto que se passaram 24h e, nem o informaram por que ele se encontra no leito da UPA”, diz o texto de uma pessoa da família de Robson. 

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