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Acusado de assediar criança paga fiança de R$ 2 mil

Data: 11/03/2021

De acordo com informação apurada com a 110ª Delegacia de Polícia, ele pagou a fiança estipulada, no valor de R$ 2 mil, e fica em liberdade até o julgamento ? quando, caso condenado, poderá ser encaminhado para o sistema prisional. - Marcello Medeiros

Preso em flagrante acusado de assédio a uma menina de apenas 10 anos, após conversas em uma rede social, um manobrista de estacionamento que trabalhava em um estabelecimento na região central do município vai responder pelo crime em liberdade. De acordo com informação apurada com a 110ª Delegacia de Polícia, ele pagou a fiança estipulada, no valor de R$ 2 mil, e fica livre pelo menos até o julgamento – quando, caso condenado, poderá ser encaminhado para o sistema prisional. “Policiais Civis da 110ª DP-TERESÓPOLIS, coordenados pelo Delegado Ivan de Araújo Dantas prenderam R.C.G.S. em flagrante delito logo após o mesmo ter enviado para uma menina de apenas 10 anos de idade fotos estando o autor pelado e vídeos do mesmo se masturbação para instigá-la à pratica de atos libidinosos. Em uma rápida ação os policiais lograram êxito identificando o autor que foi conduzido para a Delegacia para lavratura do flagrante”, divulgou a Polícia Civil.

O homem foi autuado por aliciar, assediar, instigar, constranger criança para praticar ato libidinoso, segundo Artigo 241, Alínea D, da Lei 8069/90 ECA (Estatuto da Criança e Adolescente), crime que pode render até três anos de prisão. Segundo apurado pela reportagem do jornal O Diário e Diário TV, ao perceberem que a criança estava em conversa suspeita, familiares pegaram o telefone celular e, constatando a situação, continuaram o bate papo como se fossem a menina até que a Polícia Civil pudesse entrar em cena. A 110ª Delegacia de Polícia disponibiliza os seguintes telefones para atendimento: 2642-7003, 2642-9252 e 2642-9522, além de um canal de denúncias pelo WhatsApp (21) 98596-7436.

Mais crianças e adolescentes na internet
Em todo o país, a porcentagem de crianças e adolescentes que não acessam a internet caiu de 14%, em 2018 para 11% em 2019, de acordo com a pesquisa TIC Kids Online Brasil 2019, divulgada na semana passada A pesquisa aponta também riscos e danos do acesso à internet. De acordo com o levantamento, 15% das crianças e adolescentes de 9 a 17 anos viram na Internet imagens ou vídeos de conteúdo sexual; 18% de 11 a 17 anos receberam mensagens de conteúdo sexual; e, 11% dessa faixa etária dizem que já pediram para eles, na internet, uma foto ou vídeo em que apareciam pelados. Quase um terço das meninas (31%) e um quarto dos meninos (24%) foram tratados de forma ofensiva na internet. Dentre eles, 12% tinham entre 9 e 10 anos e 37% entre 15 e 17 anos. Um a cada dez diz que contou para um amigo ou amiga da mesma idade e 9%, para os pais ou responsáveis.

Mediação dos pais e responsáveis
A maior parte dos pais e responsáveis (80%) diz que conversa sobre o que as crianças e adolescentes fazem na internet; 77% dizem que ensinam jeitos de usar a rede social com segurança; e, 57%, que sentam junto com eles enquanto usam a internet, falando ou participando do que estão fazendo. Os jovens, no entanto, dizem saber mais sobre a rede: 77% da população de 15 a 17 anos acredita saber mais sobre a internet do que seus pais ou responsáveis. Entre 13 e 14 anos essa porcentagem cai para 67% e para 52% entre 11 e 12 anos. Eles dizem também que têm dificuldades de largar a internet. Entre as crianças de 11 a 17 anos, 25% reportaram que tentaram passar menos tempo na internet, mas não conseguiram.

 

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