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Exame de DNA para confirmar se corpo carbonizado é de PM

Data: 10/05/2018

Renato era bastante conhecido pelo forte combate ao tráfico de entorpecentes no município. Por muitos anos, esteve na PATAMO e atualmente atuava na equipe do DPO São Pedro - Fotos Itaboraí em Foco e Totó On Line

Marcello Medeiros

Policiais da Delegacia de Homicídios de Niterói, São Gonçalo e Itaboraí (DH-Nit) investigam crime de homicídio registrado nesta terça-feira na localidade de Curuzu, em Itaboraí, na Região Metropolitana do Rio de Janeiro. No final da tarde o Corpo de Bombeiros foi acionado para controlar incêndio em um veículo em uma região bastante erma. Após debelar as chamas, eles constataram que no porta malas havia um corpo totalmente carbonizado. No decorrer da apuração da situação, a informação que a vítima pode ser o Sargento Renato Dália, lotado no 30º Batalhão de Polícia Militar, que está desaparecido.
Na noite anterior, familiares informaram ao quartel que ele havia ido ao município de São Gonçalo resolver um problema particular e, no final da tarde, avisado que estava retornando para Teresópolis. Porém, não chegou e passou a não atender as ligações para seu telefone celular. Equipes de vários batalhões, localizados no percurso utilizado pelo policial desaparecido, foram acionadas e realizaram buscas, sem sucesso.
Após a notificação do incêndio em veículo com as características do que era utilizado pelo militar, um Jetta de cor branca, equipes do 35º BPM (Itaboraí) foram ao local e verificaram as placas do carro incendiado – confirmando com familiares que se tratava do VW de Renatinho, como era conhecido o Sargento do 30º BPM.  Devido ao estado do corpo encontrado, totalmente carbonizado, a identificação só poderá ser feita por exames de DNA e arcada dentária.
Nesta quinta-feira, buscamos um posicionamento do 30º BPM, em luto pela perda de um dos seus membros, mas até o fechamento desta edição nenhuma nota oficial havia sido emitida. Renato era bastante conhecido pelo forte combate ao tráfico de entorpecentes no município. Por muitos anos, esteve no setor de Patrulhamento Tático e Móvel (PATAMO) e atualmente atuava na equipe do DPO São Pedro. “Não vai ter manifestação, não vai ter direitos humanos procurando a família dele, não vai ter cobrança da Globo sobre as investigações... Não vai ter!  A única coisa que teremos são as lembranças, são os momentos e o orgulho de dizer que vai estar sempre presente nos nossos corações... Renato Dália: PRESENTE!”, postou uma amiga na rede social Facebook.

Policiais mortos no estado
Se confirmada a morte de Renato, ele será o 46º policial assinado no estado somente em 2018. No mesmo dia, o segundo sargento da Polícia Militar Luiz Felipe de Castro Moraes foi morto com vários tiros no conjunto Quitungo, em Brás de Pina, na zona norte da cidade do Rio de Janeiro.  O sargento tinha saído do serviço por volta das 18h e estava fardado quando foi alvejado pelos criminosos na Rua Seritinga. Ele chegou a ser levado para o Hospital Estadual Getúlio Vargas, mas não resistiu aos ferimentos e morreu.
Luiz Felipe de Castro Moraes trabalhava no Batalhão de Olaria (16o BPM). A Delegacia de Homicídios da Capital investiga o caso. O Disque Denúncia oferece R$ 5 mil por informações que levem à identificação e prisão dos responsáveis pela morte do policial. Os canais de comunicação do Disque Denúncia são o Whatsapp (21) 98849-6099; a Central de Atendimento (21) 2253-1177; o perfil do Facebook (por mensagem privada) e o aplicativo Disque Denúncia RJ.

 

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