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Clínica de hemodiálise tem subestação de energia e gerador

Data: 14/11/2017

Centro Municipal de Hemodiálise tem uma pequena subestação, com direito a gerador para manter equipamentos ligados durante todo o tempo necessário - Foto Marcello Medeiros

Marcello Medeiros

Em reportagem sobre a crítica situação da saúde em Teresópolis realizada por uma emissora de televisão de nível nacional, divulgada na última sexta-feira, foi informado suposto caso de furto de energia elétrica na Clínica Municipal de Diálise, localizada na Rua Roberto Rosa, bairro da Tijuca. Um vídeo amador anexado à produção jornalística mostra uma caixa de medidor de energia vazia e fios cortados, dando a entender suposta ligação direta na rede da Ampla que passa na via pública. O caso teve bastante repercussão, principalmente nas redes sociais. Nesta segunda-feira pela manhã estivemos no local para averiguar a situação e conservamos com a direção da empresa contratada para administrar a unidade hospitalar. De acordo com Virgílio Delgado, Responsável Técnico da Renal, é improcedente a informação sobre qualquer tipo de irregularidade na utilização de energia elétrica. Ele explicou que o sistema que aparece na reportagem é anterior ao início do funcionamento da unidade.
“Esse poste na verdade foi colocado na época da construção do prédio, mas desligado logo depois que ficou pronto. Quando clínica foi aberta para ser utilizada, tudo mudou. Temos necessidade de uma carga de energia muito alta, por isso contratamos com a Ampla uma carga de energia, compramos um transformador, um gerador e colocamos até um poste inclusive, mas tudo isso fica na lateral da clínica. É uma subestação de energia, ou seja, tudo funciona não só de maneira correta, mas muito bem feita bem feita. Na frente ficou apenas esse poste que não funciona mais, apenas entrada para telefone, internet, outras coisas, não tem fiação de luz. De certa forma essa informação divulgada foi descabida, não apurada de forma adequada”, explicou.
De acordo com documentos apresentados pela Renal, a conta média de energia elétrica do prédio é de R$ 7 mil. Ainda segundo Virgílio, mesmo que houvesse uma ligação irregular com a utilização dos fios mostrados na reportagem, tal “gato” não duraria muito tempo por conta da quantidade de energia necessária para o funcionamento da unidade hospitalar.
“Temos vários equipamentos muito grandes e que consequentemente consomem muita energia. Nesses casos é contratado um engenheiro eletricista que faz uma projeção de carga com todos os equipamentos ligados juntos e equipamentos funcionando a plena vapor, fazendo assim um contrato nesse valor aproximado com a Ampla. Não é instalado  um simples relógio, pois a Ampla não teria carga suficiente para esse tamanho. Não só aqui, mas qualquer consumidor de alto de porte trabalha dessa forma. Não há com o  ter um relógio apenas para isso, não daria carga suficiente para clínica toda. Temos  comprovação contrato, contas pagas, tudo aqui feito.... A pessoa que fez essa denúncia fez de forma completamente inconsequentemente, sequer ouviu nos ouviu e ou veio ver exatamente o que que estava acontecendo”, enfatizou.

Centro de Referência
Localizado no bairro da Tijuca, em um investimento de R$ 2,6 milhões, entre recursos estaduais e municipais, o Centro de Hemodiálise foi projetado para ser referência estadual no procedimento dialítico, oferecendo tratamento de ponta para 105 pacientes por dia, divididos em três turnos com capacidade para até 35 atendimentos, cada. Além da sala de diálise, o centro possui uma sala especial para pacientes portadores de Hepatite A, B e C, e outra exclusiva para a recuperação após o procedimento. O prédio tem piso antiderrapante e acessibilidade garantida em toda extensão da clínica, desde a entrada até aos banheiros. As paredes receberam impermeabilização antes da colocação dos azulejos e as portas de fórmica facilitam a limpeza e a higienização em todos os ambientes. O descarte de materiais e detritos também conta com esquema especial em área anexa ao prédio, evitando assim qualquer risco de contaminação. 

 






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