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Arte na Praça, Petrobras Sinfônica e 1ª Igreja Batista de Teresópolis

Data: 17/07/2017


 Dando continuidade às comemorações pelos 126 anos de Teresópolis, neste sábado, 15, e domingo, 16, aconteceram diversas atividades na Praça Olímpica Luís de Camões, na Várzea, dentro do projeto ‘Arte na Praça’. Com realização da ‘Mosaico Produções’, a iniciativa contou com o patrocínio do Grupo Petrópolis e Governo do Estado, e parceria da Prefeitura, através de suas Secretarias de Cultura e de Turismo, além da iniciativa privada. 
 
Dança, teatro de bonecos e música
No sábado, 15, o espetáculo ‘POP`S’, do Studio Dias de Dança deu o tom moderno ao evento, dançando coreografias diversas. A performance do Ballet da Casa de Cultura Adolpho Bloch, com coreografia da professora Júlia Astori, empolgou a platéia. “Esse espaço está voltando às suas origens, com o povo e a arte na praça. A arte tem que ser pública”, afirmou a mestre-de-cerimônias Nara Zeitune. Em seguida, Xando Pernambuco deu o tom circense com o teatro de bonecos ‘Hoje tem Mamulengo’. “É na rua que o teatro mamulengo se expressa com mais originalidade”, comentou Xando.
 Em seguida, ouviu-se a excelência da Orquestra e do Coro da 1ª Igreja Batista de Teresópolis, um produto genuinamente teresopolitano e de qualidade, encerrando o dia de atividades com peças como “Agnus Dei”, regida impecavelmente pelo maestro João Marcos Soares e tocado e cantado por mais de 80 artistas.
 
Histórias, circo e Orquestra Petrobras Sinfônica
A festa, a diversão e a boa música continuaram no domingo, dia 16. No programa, ‘Contação de Histórias’ com Jeanette Albuquerque e suas “Fábulas Fabulosas”, e Aline Busatto, com “Boi Tatá”. Em seguida, foi a vez das ‘Variedades Circenses’ com a Trupe Circonflexo, que fez o público se divertir.
Fechando o evento, a belíssima música da Orquestra Petrobras Sinfônica, regida pelo maestro Felipe Prazeres, encantou a todos. Simpático e carismático, Felipe brincou com as crianças que dançavam em frente ao palco, regeu a orquestra e até a plateia ao tocar, depois de Bach, Mozart e Bartok, um dos quatro “bis”: o baião “Mourão”, do maestro Guerra Peixe. 
Houve até música ‘alienígena’. “Essa obra do inglês Benjamin Britten soa como coisa de outro planeta. Ele desconstrói a música. Mas termina com três minutos de som mais palatável. É interessante ouvir esse experimento. Vocês vão concordar!”, afirmou o maestro. E foi exatamente como disse: interessante. Felipe Prazeres ficou encantado com a recepção que teve em Teresópolis e prometeu voltar com a orquestra no ano que vem. “Vai ser em julho de novo. Já combinamos tudo!”, comemorou o secretário de Cultura, Márcio de Paula.

 

Foto: Divulgação PMT






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